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quinta-feira, 10 de março de 2011

O palhaço que chorou

As cortinas fecham, as luzes se apagam os aplausos cesam.
Nascendo como outrora aqueles aplausos a me guiar
Mas aquela piada sem graça
Não riam da graça por ter graça
Riam de mim por não ter graça
Como é triste ser palhaço e não ter graça.
Aquele palhaço lá que quando foi rir esqueceu e chorou.
Sentiu que seu sonho não acabou quando a noite terminou
Só começou a raiar um sol em mi menor
E nasceu com seu coração na vida história a se recitar
Passou, raiou e deixou!
Aquele sol  que sou abriu refletiu e brotou
Nasceu, curou escorreu e perdoou
Dia-noite, noite-dia o de fazer seu olhar diamante a te esperar  
Mais um sorriso que depositei fé e me fez acreditar
Em mais um aplauso naquele pauco magico
Onde as luzes se ascenderam, as cortinas se levantaram para o espetaculo da vida.

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