Geada Negra
A noite uma escuridão só...
A fina nevoa que gruda a minha janela se faz como meus pensamentos
Às vezes triste às vezes confuso outrora misterioso ao fato de quem vê
Marcavam treze horas no ponteiro absurdo e meio bêbado
Onde já se viu tal relógio ter treze horas?
Continuava a bater aquele pendulo me chamava
Às treze horas havia chegado
Minha cabeça estourava,
Marionetes davam corda e tudo que já via o que outrora era só ilusão
A geada chegava às peças se encaixavam o quebra cabeça estava quase montado
O caos era imenso tudo estrondava e sentia que perdera o chão
Seria ali meu fim ou um novo começo?
Não sabia, e ainda não sei!
Mas ainda estava La sentado olhando intrigado e me perguntando:
“Droga porque meu relógio tem treze horas?”
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