Escritor de sonhos
Como se escreve um sonho?
Muitas vezes me pego pensando em meus sonhos que em algum tempo eu tive.
Via-me em mil histórias, diferentes mundos, batalhas e aventuras. A própria imaginação se dava corda e tudo que era impossível se fazia real.
Toda a noite pedia aos céus que me deixasse ver só mais uma vez aquele mundo incrível, mas parecia nunca ser atendido o meu pedido nunca voltavam.
Os sonhos eram distintos tinham os ruins e os terríveis. Pesadelos não me amedrontavam mais, logo acabavam quando acordava, esses eram os ruins. Ao contrario dos terríveis, esses são os bons sonhos, tudo tão maravilhoso era sempre o que queria ou imaginava tudo ia bem. Aí acordava e ainda era eu, continuava aqui imóvel sem nada. E isso era realmente terrível.
Era tão pequeno que não entendia aquilo tudo parecia tão abstrato. Até o dia em que sofri uma grande perda, eu simplesmente não sonhava mais. Deitava minha cabeça ao travesseiro todo o dia mais nada me vinha só a escuridão, nem pesadelos ou imagens ou sonhos terríveis. Nada...
Simplesmente nada.
Tentava então sonhar acordado passava horas e horas mergulhado em livros e sonhos, mas é claro aqueles não eram os meus. Meus sonhos continuavam desaparecidos havia me abandonado ou assim eu pensava. Tinha tudo mais parecia não ter nada.
As idéias sempre iam e vinham me contradizendo não era como os sonhos, as lembranças daqueles antigos sonhos estavam me deixando. Restando somente o papel a caneta e um longo sonho a escrever.
Agora guardo tantos sonhos nas minhas próprias prateleiras.
Você molda seus sonhos.
Lucas Mansueto.
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