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quinta-feira, 17 de março de 2011

Pensamento do Dia


As conseqüências dos atos interferem na nostalgia de um pensamento que nem sei se ao menos pensei... É como uma sala cheia de espelhos e tudo fosse um sonho que vejo de longe e me olho e penso no futuro às vezes tão longe que nem pareço eu mesmo, só um copo vazio em uma sala com espelhos...   
Lucas Mansueto 

quarta-feira, 16 de março de 2011

Mr. Bean e a bateria invisivel

Mr. Bean há muitos anos consegue nos tirar muitas risadas. Vou postar hoje um vídeo, já antigo, engraçado como sempre, onde a batera é tocada com o jeito Bean de ser! A bateria está ali sim, você duvida?
 Quem acha que o Bean manda muito na batera levanta a mão?

sábado, 12 de março de 2011

O ladrão de Sonhos

O ladrão de sonhos

Ontem sonhei com um sonho
Mais não era qualquer sonho não
Era um sonho bom
Mais não de uma noite de verão
Era estranho e logo-logo passou
Se me lembro bem
De nada lembro, nem mesmo sei se sonhei
Será que me roubaram um sonho?
Se me roubaram quero ele de volta
Mas se de uma coisa me lembro
É que não me lembro de nada
Só que um ladrão me roubou aquilo mais precioso
Um sonho que uma vez tive

sexta-feira, 11 de março de 2011

Geada Negra- O Relógio das Treze Horas

Geada Negra
A noite uma escuridão só...
A fina nevoa que gruda a minha janela se faz como meus pensamentos
Às vezes triste às vezes confuso outrora misterioso ao fato de quem vê
Marcavam treze horas no ponteiro absurdo e meio bêbado
Onde já se viu tal relógio ter treze horas?
Continuava a bater aquele pendulo me chamava
Às treze horas havia chegado
Minha cabeça estourava,
Marionetes davam corda e tudo que já via o que outrora era só ilusão
A geada chegava às peças se encaixavam o quebra cabeça estava quase montado
O caos era imenso tudo estrondava e sentia que perdera o chão
Seria ali meu fim ou um novo começo?
Não sabia, e ainda não sei!
Mas ainda estava La sentado olhando intrigado e me perguntando:
“Droga porque meu relógio tem treze horas?”   

quinta-feira, 10 de março de 2011

O palhaço que chorou

As cortinas fecham, as luzes se apagam os aplausos cesam.
Nascendo como outrora aqueles aplausos a me guiar
Mas aquela piada sem graça
Não riam da graça por ter graça
Riam de mim por não ter graça
Como é triste ser palhaço e não ter graça.
Aquele palhaço lá que quando foi rir esqueceu e chorou.
Sentiu que seu sonho não acabou quando a noite terminou
Só começou a raiar um sol em mi menor
E nasceu com seu coração na vida história a se recitar
Passou, raiou e deixou!
Aquele sol  que sou abriu refletiu e brotou
Nasceu, curou escorreu e perdoou
Dia-noite, noite-dia o de fazer seu olhar diamante a te esperar  
Mais um sorriso que depositei fé e me fez acreditar
Em mais um aplauso naquele pauco magico
Onde as luzes se ascenderam, as cortinas se levantaram para o espetaculo da vida.

quinta-feira, 3 de março de 2011

Contos de Lugar Nenhum

Imnsonia
     Eram 2h45 da manhã quando minha mente parecia maquinar algo estranho de começo não sabia o que, fiquei muito tempo acordado tentando descobrir o que era, até que uma imagem apareceu em minha mente.
    Homem de meia idade andava calmamente usando um terno grafite de um belo tom metálico, tinha os cabelos grisalhos cortados recentemente quase um corte militar, seus olhos profundos de um castanho acinzentado mostravam uma imponência descomunal.
   Assim que começou a história.


Eu sou a esperança

O homem andava por um lugar desconhecido, em um tempo desconhecido por uma rua desconhecida, mas passava a frente de um antigo e abandonado cemitério.
Aquele mundo parecia estar vazio nenhuma alma parecia habita-lo. A exceto por um corvo que crucitava acima de uma enorme cruz, o homem em desden continuou a andar sem dar atenção ao esperneio do corvo, que continuou a segui-lo.
O corvo deu a volta e parou a frente do homem virando sua cabeça e crucitando novamente.

Corvo: Quem é você?

O Homem: Eu sou eu!- respondeu ele - E quem é você?

Corvo: Eu sou uma foice ceifadora de vidas!

O Homem: Eu sou o ceifeiro que para a foice antes de tirar a vida.

Corvo: Eu sou a morte que vem buscar o ceifeiro.

O Homem: Eu sou a luz que alimenta a vida e salva da morte.

Corvo: Eu sou a anti-vida. Eu sou a escuridão absoluta. O fim de TUDO!

O Homem: EU SOU A ESPERANÇA.



Texto baseado em trecho de Sandman Preludios e Noturnos de Neil Gaiman

quarta-feira, 2 de março de 2011

Se for ser humano.

"É apenas isto: se você vai ser humano, tem um monte de coisas no pacote.
Olhos, um coração, dias e vida. Mas são os momentos que iluminam tudo.
O tempo que você não nota que está passando... é isso que faz o resto valer.
 NOSTALGIA

Lucas Mansueto

Não deixe de sonhar... O escritor de sonhos


Escritor de sonhos
Como se escreve um sonho?
Muitas vezes me pego pensando em meus sonhos que em algum tempo eu tive.
Via-me em mil histórias, diferentes mundos, batalhas e aventuras.  A própria imaginação se dava corda e tudo que era impossível se fazia real.
Toda a noite pedia aos céus que me deixasse ver só mais uma vez aquele mundo incrível, mas parecia nunca ser atendido o meu pedido nunca voltavam.
Os sonhos eram distintos tinham os ruins e os terríveis. Pesadelos não me amedrontavam mais, logo acabavam quando acordava, esses eram os ruins. Ao contrario dos terríveis, esses são os bons sonhos, tudo tão maravilhoso era sempre o que queria ou imaginava tudo ia bem. Aí acordava e ainda era eu, continuava aqui imóvel sem nada. E isso era realmente terrível.
Era tão pequeno que não entendia aquilo tudo parecia tão abstrato. Até o dia em que sofri uma grande perda, eu simplesmente não sonhava mais. Deitava minha cabeça ao travesseiro todo o dia mais nada me vinha só a escuridão, nem pesadelos ou imagens ou sonhos terríveis. Nada...
Simplesmente nada.
 Tentava então sonhar acordado passava horas e horas mergulhado em livros e sonhos, mas é claro aqueles não eram os meus. Meus sonhos continuavam desaparecidos havia me abandonado ou assim eu pensava. Tinha tudo mais parecia não ter nada.
As idéias sempre iam e vinham me contradizendo não era como os sonhos, as lembranças daqueles antigos sonhos estavam me deixando. Restando somente o papel a caneta e um longo sonho a escrever.
Agora guardo tantos sonhos nas minhas próprias prateleiras.
                                    Você molda seus sonhos.
Lucas Mansueto.

A Definição De Amor



É triste quando o amor é visto como simples emoção meio inimiga da razão. Falar de amor tornou-se rotina que agasalha a necessidade por “parecer”.

O medo de que alguém consiga enxergar solidão em nossa maravilhosa individualidade inibe a própria realização, isto é, consigo mesmo, independente de expectadores.

Outro dia me perguntaram o que eu penso sobre o amor, desconversei, pensei, expliquei... Fiquei feliz por encontrar, não em mim, precisa definição: “Deus é amor”.

Amar é conseguir ver beleza além dos olhos verdes que brilham a luz do sol, é sentir a maciez além dos negros cabelos encaracolados, é sentir a presença real a milhas e mais milhas de distancia, é enxergar a sinceridade simplesmente por olhá-la com olhar sincero. Amar não é recordar um bom momento, é fotografar o infinito.

“No amor não existe medo; antes, o perfeito amor lança fora todo medo. Ora, o medo produz tormento; logo, aquele que teme não é aperfeiçoado no amor.”(1Jo 4:18)