Imnsonia
Eram 2h45 da manhã quando minha mente parecia maquinar algo estranho de começo não sabia o que, fiquei muito tempo acordado tentando descobrir o que era, até que uma imagem apareceu em minha mente.
Homem de meia idade andava calmamente usando um terno grafite de um belo tom metálico, tinha os cabelos grisalhos cortados recentemente quase um corte militar, seus olhos profundos de um castanho acinzentado mostravam uma imponência descomunal.
Assim que começou a história.
Eu sou a esperança
O homem andava por um lugar desconhecido, em um tempo desconhecido por uma rua desconhecida, mas passava a frente de um antigo e abandonado cemitério.
Aquele mundo parecia estar vazio nenhuma alma parecia habita-lo. A exceto por um corvo que crucitava acima de uma enorme cruz, o homem em desden continuou a andar sem dar atenção ao esperneio do corvo, que continuou a segui-lo.
O corvo deu a volta e parou a frente do homem virando sua cabeça e crucitando novamente.
Corvo: Quem é você?
O Homem: Eu sou eu!- respondeu ele - E quem é você?
Corvo: Eu sou uma foice ceifadora de vidas!
O Homem: Eu sou o ceifeiro que para a foice antes de tirar a vida.
Corvo: Eu sou a morte que vem buscar o ceifeiro.
O Homem: Eu sou a luz que alimenta a vida e salva da morte.
Corvo: Eu sou a anti-vida. Eu sou a escuridão absoluta. O fim de TUDO!
O Homem:
EU SOU A ESPERANÇA.
Texto baseado em trecho de Sandman Preludios e Noturnos de Neil Gaiman